EQUILÍBRIO EMOCIONAL

Existem várias formas de “perder a linha”. Chorar demais, ter insegurança, não ter confiança, gritar, falar mal das pessoas, proferir palavrões, tudo isso significa perder a linha, e nós todos já passamos por esse sentimento, que depois nos causa vergonha, não é mesmo?!

Esse destempero emocional afasta as pessoas, que não querem receber a energia ruim da convivência com aquelas que têm emoções descontroladas. Ora, você confiaria decisões importantes a alguém que frequentemente demonstra fragilidade, fraqueza ou agressividade? Claro que não! Desequilíbrios tendem a gerar respostas inadequadas e decisões erradas. De uma pessoa desequilibrada, podemos esperar qualquer coisa, exceto constância e retidão.

888Desse modo, o desequilíbrio emocional afeta as relações, afasta as pessoas e gera problemas no trabalho, onde o desempenho é fortemente impactado pelo fator emocional. Convivemos o tempo todo com pessoas e dependemos delas, de modo que se não tivermos carinho e confiança nelas, e elas em nós, teremos muitas dificuldades.

Ninguém quer uma bomba-relógio emocional por perto, essa é a realidade! A boa notícia é que podemos, sim, administrar as nossas emoções para gerar produtividade, felicidade e autorrealização.

Temos sucesso quando aprendemos a lidar com as situações e a viver as emoções de forma mais equilibrada. Mas não são apenas as nossas emoções, porquanto, temos que aprender a lidar, também, com as emoções das outras pessoas.

O estudo do comportamento humano permite-nos entender, gradualmente, o conjunto de percepções que nos foi insuflado pelas pessoas, pelas religiões, pela educação familiar e pela sociedade em que vivemos. Em vista disso, a análise do nosso próprio perfil comportamental faz-se fundamental para identificarmos as nossas reações ao mundo, bem como, o que nos motiva a agir no mundo, a fim de que enxerguemos melhores caminhos para construir uma vida mais equilibrada, feliz e plena.

É um processo lento e trabalhoso de estudo e prática, mas extremamente gratificante; quanto mais rápido entendermos como nossos valores, capacidades, habilidades, pontos fortes, pontos de melhoria, motivações pessoais e profissionais potencializam ou limitam os nossos horizontes para a percepção de qualquer fato, mais efetivas serão as nossas ações para desenvolvermos inteligência emocional.

E você? É refém de si mesmo? É daqueles que diz não engolir sapo, ou que não tem sangue de barata? Ainda adota esses velhos bordões para justificar o desequilíbrio emocional? Ou já teve a coragem de assumir, totalmente, o controle da sua vida?

Inteligência emocional, investiguemos essa idéia, aprofundemo-nos no estudo dessa ciência.

Muita paz.

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