INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Inteligência Emocional é a capacidade de monitorar os sentimentos e as emoções, em si mesmo e nos outros, e utilizar deste monitoramento para guiar o pensamento e as ações. Os processos relacionados à Inteligência Emocional se iniciam quando uma informação carregada de afeto entra no sistema sensorial e envolve as emoções. Para realizar a difícil etapa de adaptação equilibrada da emoção, é imprescindível reconhecer as próprias fraquezas que, geralmente confundimos por virtudes – como, por exemplo, o orgulhoso que se crê tão-somente cheio de dignidade.

Inteligência Emocional é a capacidade de perceber os próprios sentimentos e, a partir desta percepção, aprender a lidar com eles, dominando-os quando negativos, e desenvolvendo-os quando positivos, de modo a se conquistar equilíbrio e serenidade.

865Este estado de equilíbrio nos torna aptos a captar, com maior profundidade, os sentimentos das outras pessoas. Assim, mais qualificados para gerir relacionamentos interpessoais e intrapessoais, sentimos refletir, em nós mesmos, os benefícios que as relações de convívio mais harmoniosas produzem, como alegria e motivação.

Envolvendo as faculdades de perceber, avaliar e aperfeiçoar maneiras de expressar as emoções, a Inteligência Emocional vai além: seu estudo e prática, aprofundados, conferem-nos a capacidade de gerar, quando necessário, sentimentos que facilitem o exercício do pensamento, corroborando, dessa maneira, para o nosso crescimento emocional e intelectual.

Identificar emoções em si mesmo e em outras pessoas, bem como as necessidades a elas relacionadas, e ainda, aprender a avaliar a autenticidade de uma expressão emocional, detectar sua veracidade, falsidade ou tentativa de manipulação, são habilidades que facilitam o ato de pensar, promovendo a emoção, de vilã da razão, para poderoso sistema de foco da atenção e do pensamento às informações – internas ou externas – mais importantes.

A capacidade de gerar sentimentos em si mesmo é potencial transformador a maximizar o intelecto humano para decidir e deliberar com equanimidade, mesmo nas situações mais difíceis. O controle reflexivo das emoções, ao promover o crescimento emocional e intelectual, engendra-nos, gradualmente, mais tolerância às reações emocionais, sejam elas agradáveis ou desagradáveis.

Compreendendo melhor as opiniões e os sentimentos dos outros, sem exagero ou diminuição de sua importância, aprendemos a refrear ou descarregar as emoções nos momentos apropriados, produzindo – ou manutenindo – a harmonia na relação de convivência, harmonia esta tão necessária às atuais sociedades, adoecidas pelas mazelas desenfreadas da competição material e da intolerância generalizada, que fazem do convívio social algo quase insuportável.

Pensar que a felicidade depende da ação dos outros ou das circunstâncias é enganar-se, é arrumar desculpa para ser triste. Inteligência emocional é um campo vasto que exige muito estudo e aprofundamento. Pesquise, investigue, construa-se e edifique a felicidade em ti e em torno de ti.

Pense nisso, estudemos isso.
Muita paz.

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