PARE DE SE SENTIR OFENDIDO

O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se deixa enfraquecer pelo desleixo de não aprender o que realmente importa. Tolerância, perdão, compaixão pelos erros alheios; virtudes que nos equilibrariam, que nos fariam mais felizes, e que estão tão “fora de moda”.

739Se procurar por situações que lhe aborreçam, as encontrará em cada esquina; é o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que o mundo é. Sim, é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação Universal; mas não se alcança este poder de intenção sentindo-se ofendido.

Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça com o ego-orgulhoso. O Ser está em Deus, e você – que é parte Dele – só retorna ao lar em sua paz.

Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio lhe feriu, e leva à agressão, ao contra-ataque e à guerra.

Queridos amigos, não nos enganemos. A ofensa, a mágoa e o rancor que sentimos, e que atribuímos à má ação dos outros, é sempre do tamanho da falta de interesse que temos para desenvolver – em nós próprios – as virtudes que nos faltam.

O mal dos outros é mal apenas para os outros (karma). Se sofremos o orgulho-ferido pela ação alheia é porque somos orgulhosos. O orgulho é fruto do nosso próprio mal; é efeito da nossa pouca – ou nenhuma – virtude moral.

A convivência é um arcabouço divino, cuja imensidade de opiniões divergentes nos servem de exercício ao aprendizado virtuoso; é para isso que neste mundo estamos.

Pensemos nisso.

Palestra 1 (de 7):

Combater o “EGO” para diminuir as aflições (audiobook)
http://www.mensajefraternal.org.br/audios_palsbbm/sbbm_181012.mp3

Combater o “EGO” para diminuir as aflições (em Vídeo)
http://www.mensajefraternal.org.br/videos_palsbbm/sbbm_181012.wmv

Fonte: TV Alvorada Espírita – acervo de palestras, aqui:
http://www.mensajefraternal.org.br/portuguese/palsbbm_port.htm

(Balizado num estudo de Wayne Walter Dyer)

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