A FORÇA DO PENSAMENTO NO CARÁTER COLETIVO

Experiências de meditação coletiva registram alteração dos padrões psicosféricos da geografia local, corroborando com os princípios da física quântica no que tange a teoria das supercordas, diz John Hagelin, físico quântico e presidente da Universidade Central Maharishi, em Fairfield (Estado de Iowa, Estados Unidos).

Noutras palavras, através de experiências comprovadas*, isto significa que, se você tem uma cidade de 1 milhão de habitantes, bastariam mil pessoas se dedicarem, de forma coesa e harmoniosa, por algum tempo, a orar ou meditar, pedindo paz e equilíbrio, e então, toda a comunidade destes 1 milhão de habitantes seria afetada positivamente.

Segundo Hagelin, a possibilidade de que as reduções dos índices de violência observadas representassem simplesmente uma coincidência – um feliz acaso estatístico – foi de menos de um em 10 milhões de milhões de milhões. Fenômenos estatísticos, aqui. 

Estamos em tempos de copa do mundo. Cada jogo tem 2 horas. Suponhamos que, num único estádio, haja 60 mil torcedores. Sem considerarmos os milhões que estarão assistindo ao jogo, e contando apenas com os torcedores do estádio, imagine se, por apenas 15 minutos, as pessoas se unissem num pensamento sólido de bondade e paz…

Segundo os resultados destas experiências, para 1 milhao de pessoas, bastariam mil em meditação ou prece. Para 10 milhões, bastariam 10 mil. Para 100 milhões de pessoas (meio Brasil), 100 mil pessoas seriam capazes de produzir paz e reduzir crimes. E tudo isso por apenas 15 minutos. Equilíbrio e serenidade para fazer o que, hoje, só acontece no interior das instituições religiosas, uma vez por semana, nos cultos.

A revolta que a tv põe em nossas casas, todos os dias, pela ampla cobertura dos crimes violentos é, justamente, o fator multiplicador desse tipo de vibração revoltante que faz a criminalidade se perpetuar na realidade perceptível. Estes estudos comprovam isso.

equilibrioPara se instaurar a paz numa comunidade é preciso abastecê-la de bons pensamentos. Os orientais falam disso há muito tempo. Mas quando não é interessante estabelecer a paz nas coletividades, porque isso torna a massa mais inteligente e crítica perante seus governantes, os governos empenham-se em inserir na estrutura da vida social os conflitos em todas as áreas.

Guerras, insatisfações e belicosidade são a fórmula do sistema midiático, que fornece material mental para as pessoas se manterem agitadas, irritadiças, alucinadas e sempre indignadas com alguma coisa… para que deixem de falar do bem, deixem de ter ideais positivos, deixem de acreditar na bondade.

Assim, as pessoas são desacreditadas dos valores nobres da moralidade e passam a priorizar as futilidades do consumo, do materialismo, da competição sem sentido, falácias que a mídia lhes oferta como opções únicas rumo à felicidade. E assim, somos domesticados a produzir para nós mesmos os sentimentos perturbadores de cobiça, inveja, ciúmes, raiva, revolta, injustiça e desequilíbrio que vigoram nas coletividades.

Realize suas pesquisas. Aprofunde-se no assunto. Não seja mais um escravo dos sentimentos apodrecidos que estão insuflando em nós. O mundo não precisa de mais revoltados e ofendidos; o mundo precisa, urgentemente, de mais amor.

(*)

  • “Effects of Group Practice of the Transcendental Meditation Program on Preventing Violent Crime in Washington, D.C.: Results of the National Demonstration Project, June-July 1993″, na edição de junho-julho de 1999 da revista Social Indicators Research) – trabalho desenvolvido com a polícia de Washington, o FBI e 24 cientistas sociais e criminologistas ligados a instituições como as universidades Temple, do Texas e de Maryland.
  • “The Transcendental Meditation Program and Crime Rate Change in a Sample of Forty- Eight Cities”, publicado no Journal of Crime and Justice (Vol. IV, 1981).

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